Gajo suspeito de ter aplicando “golpe do português” em comércio é detido em Andradina

Foto: Henrique Neto- o "golpe do português" é muito conhecido nos meios policiais. "Os suspeitos geralmente trabalham em duplas e tem sotaque europeu, na maioria das vezes português ou italiano, andam em carros de luxo, bem-vestidos, passando uma boa aparência. São geralmente educados e carismáticos, usando sua condição de estrangeiro para tentar produzir uma situação de legitimidade",.

Policiais Militares do 28º BPM-I registraram nesta terça-feira (18) ocorrência e apreenderam material sem procedência comprovada e detiveram um jovem de 22 anos que é suspeito de aplicar vários golpes em todo o estado de São Paulo, o "golpe do português". De acordo com informações, o sujeito agia em companhia de outros cinco elementos em Andradina dizendo que estavam participando de uma feira de produtos internacionais em um shopping da cidade. Diziam para as vítimas que não podiam retornar à Europa com toda a mercadoria, devido ao alto valor em tributos que pagariam, por isso estavam fazendo uma queima total no estoque. O gajo identificado por Isael Oliveira Sá, 22 anos, morador da vila imaculada- em Guarulhos-SP, após ser agarrado por uma vítima que mora em Birigui-SP e teria perdido mais de dois mil reais a cerca de dois anos, reconheceu o golpista e chamou a PM, quando Isael tentava aplicar o golpe em um Dentista pela rua Mato-grosso na área central de Andradina. As os produtos e o rapaz foram apresentados no segundo 2º DP. E após elaboração do termo ficaram apreendidos para perícia um aparelho celular e as mercadorias.  Um veículo de locadora também foi levado pra delegacia e como estava com documentação regularizada e foi devolvido ao jovem. O Gajo foi liberado, pois não havia registro criminal contra ele. Isael alegou ter comprado os produtos em lojas do Braz na Capital paulista e estaria aventurando revender por preços populares. Segundo o delegado-chefe da DIG, Tadeu Aparecido Coelho, o "golpe do português" é muito conhecido nos meios policiais. "Os suspeitos geralmente trabalham em duplas e tem sotaque europeu, na maioria das vezes português ou italiano, andam em carros de luxo, bem-vestidos, passando uma boa aparência. São geralmente educados e carismáticos, usando sua condição de estrangeiro para tentar produzir uma situação de legitimidade", afirma. As investigações apontaram ainda que o rapaz vendia diversos produtos falsificados por valores baixos. O GAJO se identificava como "O rei do bacalhau", de Lisboa, já que o suspeito tinha nacionalidade portuguesa. Ela disse que se amigou com uma Brasileira filha de português e tem uma filhinha pequena. O rapaz tem o sotaque bem puxado. "Na maioria dos casos oferecem produtos de grife que foram supostamente expostos em feiras e justificam o fato de baterem em portas alegando que foram indicação de amigos, os produtos mais vendidos são ternos, malas e canetas, perfumes e blusas de couro", diz o delegado.

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