Outro acidente automobilístico na rodovia BR 262 na noite de domingo gera indignação

Foto: Divulgação internet

O acidente ocorreu km 21 da BR 262, próximo à cidade de Água Clara (MS), cerca de 20 km antes da cidade. Conforme relatos bombeiros de Três Lagoas que atenderam a ocorrência. No local se depararam com o transito parado, e um caminhoneiro, não identificado, informou que as vitimas já haviam recebido socorro da PRF (Policia Rodoviária Federal) e do Hospital de Agua Clara. Os dois ocupantes dos veículos, não identificados, foram retirados com vida e levados até o hospital onde receberam atendimento e ficaram em observação. Segundo o site JPnews.com.br, existe INVESTIGAÇÃO em andamento e somente neste ano, ocorreram 180 acidentes na rodovia - 45 deles graves -, com pelo menos, 20 mortes. Isto equivale a media de 20 acidentes por mês. Em razão da quantidade de acidentes registrados na rodovia, o Ministério Público Federal (MPF) de Três Lagoas abriu um inquérito civil para apurar as condições de tráfego e segurança da rodovia BR-262, no trecho entre Três Lagoas a Água Clara. Em resposta ao MPF, o chefe da delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Três Lagoas, Raul Pereira Gonzalez, reforçou a necessidade de providências para reduzir acidentes na rodovia. Ainda de acordo com o chefe da PRF, os 127 quilômetros do trecho possuem ondulações, buracos e trepidações, além de acostamento degradado. Os desníveis chegam a 35 centímetros  de altura em relação à pista- diferença chamada de um “abismo”. Gonzalez cita que motoristas são obrigados a invadir a pista contrária para desviar de buracos.   Conforme apuramos junta a autoridades que atendem diariamente aos acidentes, que o descaso continua por que os políticos não são cobrados como deveriam. Para essas autoridades a culpa do descaso e também de alguns veículos de comunicações da região do bolsão Sul-mato-grossense (os chamados parceiros), que noticiam os acidentes, não cobra como deveria providencias do governo estadual, talvez por receio de perder as verbas destinadas à divulgação. Preferindo jogar toda culpa pelo descaso para o governo Federal. Para as autoridades, se ocorresse o contrario, certamente o estado do MS já teria cobrado sistematicamente providencias para preservar vidas numa das principais vias de conexão do centro este com outros estados brasileiros.

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